Nooku - Um cérebro novo para Joomla
Nooku - má coincidência fonética na lingua portuguesa :) Framework de Desenvolvimento Rápido de extensões A Framework Nooku é um novo motor, que corre ao lado do framework do próprio Joomla. Porque ele está disponível gratuitamente sob a licença GPL,pode começar a usá-lo hoje para o seu projecto Joomla seguinte ou para criar a sua próxima extensão.
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Design Patterns |
Intuitiva, API auto-evidente. É arquitectura feita correctamente. |
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Extrema flexibilidade |
Faça todo o seu código reutilizável e extensível. |

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Segurança |
Segurança out-of-the-box de ajuda-o a acertar da primeira vez. |

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Equipe dedicada |
Criado pelo arquitecto-chefe de Joomla 1.5. |
O que é a Framework Nooku ?
No núcleo do Joomla, há uma framework. É o motor que alimenta todo o Joomla, e um monte de extensões de terceiros. É uma grande plataforma, mas hoje os sites são mais exigentes, e as extensões requerem mais energia. Nós sentimos que era alturade construir um novo cérebro para o Joomla .
A Framework Nooku pode ser instalada em Joomla como um plugin. Como um desenvolvedor de software ,pode agora construir as suas extensões usando API intuitiva Nooku. Porque a estrutura lida com a maioria do trabalho,vai precisar apenas de uma fração da quantidade de código . Pode-se concentrar no que realmente importa: a lógica do negócio e da experiência do utilizador.
Mas há mais: A Framework Nooku fornece-lhe com excelentes recursos de segurança out-of-the-box . O grande projecto de padrões de arquitetura baseada na sua extensão torna muito flexível todo o seu código: torna-se automaticamente re-utilizável, extensível e substituível. Acreditamos que a A Framework Nooku é o estimulação que o Joomla precisa para continuar a competir. Ler mais no site da Framework Nooku
Actualizado em Domingo, 09 Outubro 2011 18:42
O seu tempo é limitado, por isso não percam tempo a viver a vida de outro.
Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas.
Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior.
E mais importante, tenha a coragem de seguir o seu coração e a sua intuição.
Estes de alguma forma já sabem o que realmente se quer tornar. Tudo o mais é secundário.

Steve Jobs
1955-2011
Actualizado em Domingo, 09 Outubro 2011 18:44
- O BI (business intelligence)
- As tecnologias de BI servem para nos fornecer uma visão histórica, presente ou preditiva das operações de negócio O BI (business intelligence) envolve conceitos e funções como ETL (Extract, Transform, Load), armazenamento de dados (data warehousing), Data Mining, OLAP (online analytical processing), análise de dados, previsão estatística, pre-processamento, validação, visualização, relatórios , BPM (business performance management) etc

- O crescimento da utilização de ferramentas OLAP e Business Intelligence estão a tornar-se rapidamente num lugar comum na gestão das empresas
- A maioria das grandes empresas utilizam ferramentas de BI (business intelligence) e Datawarehouse, em que as aplicações de BI são usadas como vectores e drives fundamentais da sua estratégia , esperando-se um acentuado crescimento de aquisições deste tipo de plataformas nos próximos anos, em sistemas proprietários da Microsoft, Hyperion Solutions (e Brio), Cognos (e Adaytum) Business Objects (e Crystal), MicroStrategy, Oracle , etc
- Existem já bastantes PME's a utilizar ferramentas de código-livre FOSS em LAMP , como o Rapid I e o Pentaho entre outros projectos LAMP sediados na sourceforge.net
- Data Mining ou mineração de daados
- As ferramentas de Data Mining serão no futuro a base da organização dos sistemas nos departamentos de Tecnologias de Informação das empresas, para tomadas de decisão informadas, utilizando por exemplo a sua capacidade analítica de previsão no controlo de custos, ou no estudo de novos produtos e oportunidades de negócio.
- Data Mining é parte de um processo maior de conhecimento, denominado Knowledge Discovery in Database ( KDD). - O KDD consiste, fundamentalmente, na estruturação da base de dados; na selecção, preparação e pré-processamento dos dados; na transformação, adequação e redução da dimensionalidade dos dados; no processo de Data Mining; e nas análises, assimilações, interpretações e uso do conhecimento extraído da base de dados, através do processo de Data Mining.

- Data Mining ou Mineração de Dados consiste num processo analítico projectado para explorar grandes quantidades de dados (relacionados com transacções de negócios, mercado ou pesquisas científicas), na localização de padrões consistentes e/ou relacionamentos sistemáticos entre variáveis e, então, validá-los aplicando os padrões detectados a novos subconjuntos de dados. - O processo consiste basicamente em 3 etapas: 1 - exploração; 2 - construção de modelo ou definição do padrão; 3 - validação/verificação. - Actualmente, as organizações são capazes de capturar, organizar e armazenar grandes quantidades de dados, obtidos de suas operações diárias ou pesquisas científicas, porém, ainda não usam adequadamente essa gigantesca montanha de dados para transformá-la em conhecimentos que possam ser utilizados nas suas próprias actividades, sejam elas comerciais ou científicas.
- O conceito de Data Mining está a tornar-se cada vez mais popular como uma ferramenta de gestão de informação, que deve revelar estruturas de conhecimento, que possam guiar as decisões em condições de certeza limitada. - Recentemente, tem havido um interesse crescente em desenvolver novas técnicas analíticas, especialmente projectadas para tratar questões relativas ao Data Mining. No entanto, o Data Mining ainda é baseado em princípios conceptuais de Análise de Dados Exploratórios e de modelagem de dados.

- Numa visão de mercado o Data Mining consiste nos vendedores de software com ferramentas, que fazem extracção de informação preditiva de grandes armazéns de dados e que após analisados servem para aumentar o capital de recurso de dados da empresa, permitindo gerar predições relativas ao comportamento e tendências ou direcção dos negócios .
- Estas ferramentas usam modelos estatísticos de dados como estudos de clusters ou classificação, regressão linear, e modelagem actual ou preditiva. Possui sempre uma função de visualização que ajuda a compreender e suportar a análise de quantidades massivas de dados armazenados nos sistemas transaccionais das das organizações.
- A funcionalidade de uma ferramenta OLAP é caracterizada pela análise multi-dimensional dinâmica dos dados, apoiando o utilizador final nas suas actividades, tais como: Slice and Dice e Drill.

- As ferramentas de Data Mining podem ser implementadas em estruturas já existentes nos clientes ou integradas com outras ferramentas como parte da iniciativa de da estratégia de implementar ferramentas de BI business intelligence, também referida como iniciativas de Qualidade de Dados .
- As iniciativas de Qualidade de Dados põe ás organizações problemas de aprendizagem ao nível do Human-Ware (utilizadores e gestores ) para formá-los na noção de qualidade de dados e do processo evolutivo de colaboração e cooperação, como factor de afinação, limpeza e auditoria da qualidade dos dados final, bem como da medição da consistência interna e externa dos mesmos .Clique aqui para continuar a ler este artigo
Actualizado em Quinta, 01 Abril 2010 20:33
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Considerações sobre Administração de sistemas e Transactional Data Management (TDM)
- Uma tentativa de integração conceptual das soluções que permitem o roteamento (routing) , transformação, entrega , captura contínua e em tempo real de transacções de dados em ambientes heterógeneos e seguros - Estas reflexões foram geradas por necessidade de análise e reflexão sobre a concepção de um sistema em bases de dados de alta disponibilidade em mysql 5 e Max-sql - Dedicado a especialistas que queiram usar este acetato como mantra de reflexão sobre sistemas de transacções de dados
Aplicação da replicação de dados para alta disponibilidade, balanço de carga e fail-over.
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LEGENDAS
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Transactional Data Management -
Gestão transacional de dados
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Um Sistema de TDM tem de garantir a captura , roteamento , transformação , entrega e verificação das transacções de dados através de ambientes heterógeneos em tempo real O Mundo do negócio cada vez mais exige o acesso, análise, actuação sobre e verificação de transacções de dados, com cada vez maior rapidez , em tempo real , sem interrupção ou queda do sistema devido a 3 factores : aumento exponencial dos volumes de dados, a necessidade de gerir e recolher esses dados e a necessidade de trabalhar em ambientes heterógeneos , distribuídos e inter-plataforma (heterogeneous, cross-platform and distributed environments) , de alta disponibilidade e contingência de recuperação de desastres
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Alta Performance High Performance |
Sistemas optimizados de alto desempenho em interface com os sistemas de backup , restauração e disaster recovery,bem como sistemas em cluster com load balencers , como condição para a alta disponibilidade
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Alta disponibilidade High Availability |
Alta Disponibilidade deve ser constituída por detecção de falhas de nós ou serviços e reconfiguração do sistema apropriadamente, fazendo um balanço da carga entre os nós restantes do cluster. A Disponibilidade de um sistema computacional, indicada por H(t), é a probabilidade do sistema estar a funcionar e pronto para uso em um dado instante de tempo t. --->Características e exigências: Um sistema altamente disponível é um sistema capaz de ser tolerante a eventuais falhas, em que caso um host de um servidor tenha problemas, automaticamente uma outra máquina tem que "assumir" o lugar da que falhou, não deixando que o sistema pare de funcionar. A Alta disponibilidade depende do planeamento, investimento em hardware, software, etc.
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| Disaster recovery (Recuperação de desastre) |
Disaster recovery - A progressiva dependência das organizações do acesso à informação constitui um factor de risco e para a actividade das empresas a nível mundial. Para além da definição de metodologias a adoptar em caso de catástrofe, os planos de Disaster Recovery incluem um conjunto de tecnologias que possibilitam que a empresa se mantenha em funcionamento numa situação de catástrofe. Entre os planos de Disaster recovery mais comuns, contam-se a replicação de dados e equipamentos em centros de informática dotados de sistemas de elevada segurança ou a contratação de serviços de empresas de informática que, em caso de catástrofe, asseguram a operacionalidade dos sistemas de informação da empresa.
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| Optimização de consultas |
Processo de melhoria do sistema de consultas usado especialmente as que surgem a nível do slow log ( Optimização de queries e uso de índices , identificar e determinar o plano de execução de queries ) |
| Optimização do SGBD |
Optimização do SGBD ---> Processo que envolve a concepção do modelo lógico da base de dados criando a sua estrututra de forma a facilitar as consultas analisando os schemas - (Optimização da estrutura lógica ) |
| Optimização do S.O.e Hardware |
Optimização do S.O.e Hardware ---> Melhorar aferir e monitorizar o desempenho do SO que suportará todo o sistema, além do hardware e suas configurações. (Optimização física da base de dados e do servidor MySQL ) |
| Balanço de carga |
Balanço de carga--> (Load Balancing) é um mecanismo usado para atingir escalabilidade, dividindo a carga de processamento entre um conjunto de servidores, a que se chama server farm. Balanço de carga, de modo geral, é a divisão das tarefas entre um grupo de servidores com funcionalidade similar, utilizando de maneira inteligente os recursos disponíveis e permitindo o processamento de mais informações em menos tempo. A açcão pode ser baseada em factores como carga de trabalho do servidor, quantidade de ligações activas do servidor, sincronização de dados ou necessidade de serviços específicos. |
| Balanço de carga |
é a divisão das tarefas entre um grupo de servidores com funcionalidades semelhantes , utilizando de maneira inteligente os recursos disponíveis e permitindo o processamento de mais informações em menos tempo. A acção pode ser baseada em factores como carga de trabalho do servidor, quantidade de ligações activas do servidor, sincronização de dados ou necessidade de serviços específicos. |
Replication Replicação |
O objectivo de um mecanismo de replicação de dados é permitir a manutenção de de várias cópias idênticas dos dados de um sistema em vários servidores de base de dados (SGBD). O principal benefício da replicação de dados é a redundância, o que torna o sistema menos sensível as falhas, abre possibilidades a um balanço de carga do sistema, já que o acesso pode ser distribuídos entre as réplicas, e finalmente, ter a possibilidade de fazer um backup online dos dados, já que todos as replicas estariam sincronizadas. |
| Clustering |
Clustering --->é a interacção de múltiplos computadores (PCs ou Workstations UNIX) com múltiplos dispositivos de armazenamento e ligações redundantes de modo a assegurar alta disponibilidade e/ou balanço de carga. Os servidores de clustering monitorizam cada operação de outro servidor e tomam medidas automaticamente (Failover) assim que uma falha é detectada no sistema. Os sistemas em cluster possuem redundância de hardware e software, e consite num de um número de nódulos independentes, em que cada nó tem uma cópia do sistema operativo e das aplicações de software . A Alta Disponibilidade pode ser conseguida detectando falhas nos nós ou deamons r reconfigurar o sistema de forma que a carga de trabalho pode ser retomada pelos nódulos restantes. Existe muito trabalho a desenvolver , mesmo usando ferramentas disponíveis no mercado para construir sistemas de cluster altamante fiáveis. |
Backup e Restauração Backup& Restore |
O backup consistente da base de dados serve para manter a integridade dos dados caso haja uma falha do sistema, hardware ou até mesmo para corrigir eventuais falhas de utilizadores, como por exemplo, a remoção acidental de uma base de dados. O restauro é a operação inversa de repor dados e ou estrutura das tabelas . |
Sincronização Synchronization Só em Max-sql |
Sincronização--->Objectivo :Uma instância em que uma base de dados master e uma ou mais instâncias de base de dados-cliente sincronizam os seus dados
A instânciade uma base de dados não está sempre ligada á rede numa base contínua . Ao ser ligada novamente, a instância de uma base de dados tem de iniciar um serviço de sincronização para aquela instância da base de dados. O serviço de sincronização então actualiza todos os dados na instância da base de dados e envia qualquer mudança de dados para as outras instâncias de bases de dados .
Os serviços de sincronização das instâncias das bases de dados envia as alterações para o message server e encontra as alaterações das instâncias das outras basese de dados pelo . Os serviços de sincronização resolvem colisões. |
| Transacção |
Transacção - Conjunto de procedimentos executados por um SGBD que é visto pelo utilizador como uma única acção. Ex.: transferência de 500,00€ do cliente A para o cliente B. A integridade da transação depende de 4 propriedades (ACID)
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| ACID |
Para assegurar integridade dos dados , as transacções precisam de estar de acordo com as seguintes quatro condições : atomicity (atomicidade), Consistency (consistência), isolation (isolamento), e durability (durabilidade) (acrónimo ACID ). |
| Atomicity - Atomicidade |
Atomicity - significa que a transação tem de acabar. Se não acontecer toda a transacção é abortada. Isto assegura que a base de dados não recebe transações incompletas reforçando a integridade Exemplo:Se se estiver numa base de dados a transferir dinheiro entre duas contas a transacção não é efectuada até o dinheiro sair e entra noutra conta |
| Consistency - Consistência |
Consistency - refere-se ao estado dos dados perante certas condições . Exemplo: uma regra é que cada encomenda tem de se relacionar com um cliente na respectiva tabela . Estas regras podem ser quebradas se no fim da transacção se inserir uma encomenda sem ID de cliente ,que é inserido num outro estádio da transacção. Estas violações temporárias não são visíveis fora da transacção e serão sempre resolvidas antes da transacção estar completa |
| Isolation - Isolamento |
Isolation - todos os dados a ser usados durante o processamento de uma transacção não pode ser usada por outra transacção até a primeira transacção estar completa Exemplo: se duas pessoas depositam 100€ numa conta com 900€, a primeira transacção tem de adicionar 100€ a 900€, e a segunda tem de adicionar 100€ a 1,000€. Se a segunda transacção lê os 900€ antes da primeira transacção estar completa ambas são bem sucedidas mas desaparecem 100€. A segunda transacção tem de esperar até ela sózinha estar a aceder aos dados.
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| Durability - Durabilidade |
Durability - refere-se ao facto de após os dados de uma transacção estar atribuída os seus efeitos permanecerão mesmo depois de uma falha do sistema . Enquanto acontece uma transacção os efeitos não são persistentes. Se uma base de dados faz crash, os backups farão a restauração para um estado consistente anterior á transacção ter começado . Nada que uma transacção faça pode ser capaz de mudar esse facto |
| Falha |
Fallha - --->Uma falha acontece no universo físico, ou seja, no nível mais baixo do hardware. Uma flutuação da fonte de alimentação, por exemplo, é uma falha. Uma interferência electromagnética também. Estes são dois eventos indesejados, que acontecem no universo físico e afectam o funcionamento de um sistema ou de partes dele. |
| Erro |
Erro----> A ocorrência de uma falha pode acarretar um erro, que é a representação da falha no universo informacional. Um computador trabalha com bits, cada um podendo conter 0 ou 1. Uma falha pode fazer com que um (ou mais de um) bit troque de valor inesperadamente, o que afectará o funcionamento normal do sistema . Uma falha, pode assim gerar um erro nalguma informação. |
| Defeito |
Defeito ---> Ao aparecer informação errada, se não for percebida e tratada, irá gerar o que se conhece por um defeito. O sistema simplesmente pára, ou exibe uma mensagem de erro, ou perde os dados do utilizador muitas vezes sem dar feedback. Isto é percebido no universo da interface do utilizador.
A Tolerância a Falhas visa exactamente acabar com as falhas, ou tratá-las enquanto ainda são erros. Na Alta Disponibilidade permite que máquinas travem ou errem, desde que que exista outra máquina para assumir seu lugar.
Para que uma máquina assuma o lugar de outra, é necessário que descubra de alguma forma que a outra falhou. Isso é feito através de testes periódicos, cujo período deve ser configurável, nos quais a máquina secundária testa não apenas se a outra está activa, mas também fornecendo respostas adequadas a requisições de serviço. Um mecanismo de detecção a funcionar mal pode causar instabilidade no sistema. Por serem periódicos, nota-se que existe um intervalo de tempo durante o qual o sistema pode estar indisponível sem que a outra máquina o perceba.
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| Failover |
O processo no qual uma máquina assume os serviços de outra, quando esta última apresenta falha, é chamado failover. O failover pode ser automático ou manual, sendo o automático o que normalmente se espera de uma solução de Alta Disponibilidade. Ainda assim, algumas aplicações não críticas podem suportar um tempo maior até a recuperação do serviço, e portanto podem utilizar failover manual Além do tempo entre a falha e a sua detecção, existe também o tempo entre a detecção e o restabelecimento do serviço. As grandes bases de dados, podem exigir um considerável período de tempo até que indexem as suas tabelas, e durante este tempo o serviço ainda estará indisponível.
Para se executar o failover de um serviço, é necessário que as duas máquinas envolvidas possuam recursos equivalentes. Um recurso pode ser uma placa de rede, um disco rígido, ainda mais importante, os dados neste disco, e todo e qualquer elemento necessário à prestação de um determinado serviço. É vital que uma solução de Alta Disponibilidade mantenha recursos redundantes com o mesmo estado, de forma que o serviço possa ser retomado sem perdas.
Dependendo da natureza do serviço, executar um failover significa interromper as transacções a decorrer, perdendo-as, sendo necessário reiniciá-las após o failover. Noutros casos, significa apenas um retardamento até que o serviço esteja novamente disponível. Nota-se que o failover pode ou não ser um processo transparente, dependendo da aplicação envolvida
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| Failback |
Ao ser percebida a falha de um servidor, além do failover é obviamente necessário que se faça manutenção no servidor que falhou. Ao ser recuperado de uma falha, este servidor será recolocado em serviço, e então existe a opção de realizar o processo inverso do failover, que se chama failback. O failback é portanto o processo de retorno de um determinado serviço de uma outra máquina para sua máquina de origem. Também pode ser automático, manual ou até mesmo acontecer aleatóriamente. |
| Missão |
Quando se calcula a disponibilidade de um sistema, é importante que se tenha em conta o conceito de missão. Missão de um sistema é o período de tempo no qual ele deve desempenhar suas funções sem interrupção. Exemplo: uma farmácia, que funcione das 8h às 20h, não pode ter seu sistema fora do ar durante este período de tempo. Se este sistema vier a apresentar defeitos fora deste período, ainda que indesejados, estes defeitos não atrapalham em nada o andamento correcto do sistema quando ele é necessário. Uma farmácia de serviço 24h obviamente tem uma missão contínua, de forma que qualquer tipo de paragem deve ser mascarada.
A Alta Disponibilidade visa eliminar as paragens não planeadas. Porém, no caso da primeira farmácia, as paragens planeadas não devem acontecer dentro do período de missão. Paragens não planeadas decorrem de defeitos, e paragens planeadas são aquelas que são necessárias para actualizações, manutenção preventiva e actividades correlativas. Desta forma, toda a paragem dentro do período de missão pode ser considerada uma falha no cálculo da disponibilidade.
Uma aplicação de Alta Disponibilidade pode ser projectada inclusivamente para suportar paragens planeadas, o que pode ser importante, por exemplo, para permitir a actualização de programas por problemas de segurança, sem que o serviço deixe de ser prestado.
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| Heartbeat - Sinal de Vida |
Heartbeat - Sinal de Vida - onde reside a configuração dos serviços e do 'ip de serviço'. É o heartbeat o reponsável pela reconfiguração automatizada na ocorrência de problemas. Cada máquina possui seu ip próprio, válido ou não, mas o conjunto é identificado por um ip de serviço, que é mantido pela máquina primária no par. Ao acontecer uma paragem no sistema, o heartbeat de um lado activa os serviços e ips, e do outro assume O software do heartbeat pode ser encontrado em http://linux-ha.org/download/ O HeartBeat tem como objectivo criar um backup de um servidor, tendo como base o Load Balancer que é o ponto mais frágil de um cluster. Com um backup do load balancer, o heartbeat pode monitorar via cabo ethernet ou serial o servidor original e quando verificar que o serviço LVS caiu no load balancer, ele automaticamente activa o backup, que assume o lugar do load balancer até que um administrador possa corrigir o problema no servidor original. |
| thread(Multi) |
Threads - Multithreaded quer dizer que cada vez que alguém estabelece uma ligação com o server , o programa no server cria um thread ou processo para responder aos pedidos dos clientes . É isto que faz um servidor ser rápido . Cada cliente que se liga a um servidor base de dados Mysql ele actua na sua própria thread. |
| Detecção de Falhas e Diagnóstico de Falhas (Failure Detection and Fault Diagnosis) |
O objectivo básico de diagnósticos de falhas é identificar as unidades defeituosas num sistema. Instâncias num cluster detecta falhas nas instâncias dos seus servidores peer, monitorizando liga ções por Socket a um servidor peer ou por mensagens regulares do heartbeat |
Actualizado em Terça, 16 Março 2010 22:36
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Reflexões sobre o e-learning e a gestão do Conhecimento
Reflexões sobre o e-learning e a gestão do Conhecimento
- Tecnologias, Processos e Pessoas nos Sistemas e-learning
- O e-learning nasce da utilização da Web/Internet para criar ambientes de aprendizagem e de permuta de experiências entre os participantes, usando um universo de tecnologias diferentes, em função da sua utilização para objectivos específicos como : Learner-led e-learning (auto-aprendizagem) Facilitated e-learning (colaboração com o formador Instructor-led e-learning (sala de Aula Virtual) Embedded e-learning (formação em sala complementada com formação em e-learning) Telementoring (Mentores online) e-coaching (coacing online) - Muito do insucesso da implementação do e-learning , deve-se por um lado á incapacidade da maioria da população, ainda hoje, para interagir e participar com os mecanismos de edição e multimedia dos sistemas de e-learning, por falta de conhecimento, problema este que começa a ser ultrapassado pela nova visão que está a ser criada nos utentes passivos da Internet pelo surgimento da Web 2.0 , com uma visão mais activa por parte dos utilizadores que podem alterar, comentar, acrescentar e partilhar informação e conhecimento. - Por outro lado o e-learning exige dos utilizadores com profissões com baixo nível de conhecimentos uma grande dose de autonomia, motivação e capacidade de traçar o seu próprio perfil profissional e conhecer as suas necessidades de formação, sendo este processo mais fácil para profissões com elevado nível de conhecimento, que mais fácilmente se adaptam á formação online - Quer isto dizer, que o e-learning aquando do seu surgimento , na sua filosofia já exigia dos utilizadores esta visão da Web 2.0 participativa que agora vem facilitar a disseminação deste tipo de aprendizagem baseada em objectos de Conhecimento standartizados por exemplo segundo as normas SCORM , por vexes integrados em sistemasde Enterprise-wide e-Learning.
- Matriz de Ferramentas, Tecnologias, Processos e Pessoas envolvidas nos Sistemas de e-learning
 - Aqui fica a estrutura de todos os sub-sistemas envolvidos no e-learning, desde os Produtores que criam o sistema Web, aos subsistemas de hospedagem (Host) que disponibilizam os conteúdos para acesso dos Aprendentes através de um browser, incluídos em Unidades de Aprendizagem que podem ir desde um curricula completo no Topo até ao nível de granularidade mais Baixo dos componentes Media. - A introdução da web 2.0 com a sua enfâse na participação do aprendente (learner) no processo de aprendizagem , irá facilitar a compreensão e utilização da experiência pessoal e de partilha do conhecimento, acessos a multimédia, avaliação, etc.
Unidades de Aprendi-zagem |
 Participantes |

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Produtores (Producers) |

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Alojamento (Host) |

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Aprendente (Learner) |
| Site Web |
Server Web |
Browser |
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Os Produtores incluem designers, autores, escritores, ilustradores, fotografos, animadores, video editores e outros
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Alojamento - organização que disponibiliza e torna acessível o sitema de e-learning a todos os aprendentes , admins e outros stakeholders
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Aprendentes , também chamados , estudantes, formandos, aprendizes , leitores, utilizadores etc.
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Nível de granula-ridade |
Processos |
Criação /Design |
Entrega/Oferta |
Acesso |
curriculum |
Curriculum de domínios de aprendizagem composto de cursos individuais , manuais ou outros sistemas de e-learning
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Criar curriculum é localizar e integrar cursos separados numa estrutura e sequência
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Alojar curriculum online apresentando relações e traçar percurso do aprendente
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Aceder a colecções requer ferramentas para encontrá-las , subscrevê-las ou executar tarefas
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 Curso |
Cursos são compostos de clusters ou grupos de lições, capítulos ou módulos |
Integrar e separar clusters de lições páginas de conteúdo com navegação e index
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Oferta coerente aos aprendentes com tracking de acessos e tarefas efectuadas
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Aceder aos cursos inviduais , visualizar e navegar entre as lições
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 Lição |
Lição - Capítulo - Módulo Lição organizada com objectivos específicos para atingir um dos objectivos gerais do curso também conhecida por aula |
Criar lições selecionando e ligando páginas em estrutura navegacional
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Oferta de páginas múltiplas e outros componentes coerentemente
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Aceder ás lições selecionando as páginas individuais
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 Páginas |
Tópico - Página Web A páginas ficam a um nível mais baixo, cada uma para atingir objectivos específicos Também chamada ecrã numa apresentação multimédia |
Criar páginas com texto integrado com gráficos e outros media com referência cruzada e links
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Oferecer páginas individiais aos aprendentes conforme forem pedidas
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Aceder ás páginas e solicitá-las e visualizá-las
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 Media |
Processo Media |
Editores Media |
Media Server |
Media Players |
| Na base da pirâmide ficam os componentes multimédia como acetatos, texto, animações videos e outros |
Criar componentes media e seus elementos
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Oferecer os recursos multimédia conforme solicitados em boas condiçoes de streaming
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Aceder aos componentes media e activá-los para visualização
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- Aqui ficam alguns "mantras" (acetatos) para reflexão sobre todos os factores, tecnologias, métodos e ferramentas do e-learning para um Visão integrativa dos inúmeros conceitos que envolvem esta nova tecnologia que cada vez mais se aproxima da teoria dos Memes ( a Memética)
Actualizado em Quarta, 18 Novembro 2009 00:38
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O que é a IA - Inteligência Artificial
  - O que é a IA - Inteligência Artificial
- O campo da Inteligência Artificial ( IA) pretende compreender, conceber e construir máquinas cibernéticas artificialmente , denominadas entidades inteligentes. - Esta engenharia cria virtualmente entidades inteligentes para gerar inteligência , enquanto a psicologia é uma ciência que estuda a mente numa forma de engenharia reversa de processo, partindo da inteligência para definir a sua gênese e processos - A IA têm consequências inevitáveis na construção nas Ciências da Computação, na Biologia, na Vida e nas Sociedades Artificiais (ex: Second Life) - As entidades inteligentes dos sistemas de IA , feitos para pensar e agir de forma racional, através do modelos implementados em termos computacionais, permitindo a execução de algoritmos, percepções e acções necessárias.  - A IA cria métodos baseados em modelos computacionais para automatizar actividades perceptivas, cognitivas, e manipulativas, através de algoritmos que permitem recriar os processos de análise e síntese do pensamento humano (human-ware) , reproduzindo os processos e faculdades mentais em software e hardware (computadores)

- A IA como modelo computacional em evolução
 - O computador é uma máquina cibernética de processamento simbólico, automatizada e eficiente, "que executam as funções mentais do cérebro, sem fazer apelo às operações orgânicas que as suportam" (1) com maior capacidade , velocidade e complexidade e armazenamento, criando Mundos Virtuais para controlar e dominar a reailidade e com aplicabilidade nas mais variadas áreas científicas e da intervenção humana. - O desenvolvimento de Agentes Inteligentes que permitem perceber, entender, inferir e manipular um mundo com Reconhecimento de Padrões (desenvolvimento de técnicas para a classificação de objectos em determinadas classes), extraindo significantes propriedades ou atributos do resto que não é significante para o problema  - Este agentes possuem também a função Decisão que usa métodos heurísticos (“heuristic”) com base em intuição e experiência , métodos matemáticos determinísticos ou estatísticos (assume uma curva de distribuição para a população) , bem como métodos linguísticos , podendo interagir com outros Sistemas multiagentes colaborativos ou competitivos - Ciência e tecnologia aplicada à automatização da obtenção de conhecimento, do raciocínio, e da acção e mesmo aos padrões de pensamento por exemplo dos sistemas BCI (Brain Coumputer Interface) sistemas que permitem passar directamente do pensamento á acção, e será aplicada como método e tecnologia que irá transformar e afectar todas as áreas científicas
Actualizado em Terça, 27 Outubro 2009 16:11
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